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TV Cultura - Belém

TV-Cultura-do-Para

Canal: Canal 02 VHF

Localidade: Belém - Pará

Site: http://www.portalcultura.com.br/

Missão/valores institucionais

Ao assumir um caráter diferenciado das demais emissoras, a Rede Cultura de Comunicação é um veículo de comunicação que tem o compromisso com a sociedade, com a formação do cidadão e acima de tudo com qualidade em seus conteúdos jornalísticos.

Histórico da emissora

A Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa) foi criada em 1977 pelo então governador Aluísio Chaves, com o objetivo de cuidar dos serviços de radiodifusão do Pará. Desde então, produz conteúdos de alta relevância geopolítica e cultural, resultando numa programação de qualidade e caráter educativo, que retrata as tradições locais, preservando e valorizando a identidade cultural do Estado, ao mesmo tempo em que procura atender aos diversos segmentos da sociedade.

A atual sede da Funtelpa, na avenida Almirante Barroso, onde ficam os estúdios da Rádio Cultura, TV Cultura e Portal Cultura, começou a ser construída em 1981. O prédio foi projetado para abrigar também a Imprensa Oficial do Estado do Pará (IOEPA). Em 1982, a Rádio Cultura foi transferida de Marituba para Belém e permaneceram naquele município somente os transmissores.

Em 1987 foi inaugurada a TV Cultura do Pará, finalizando-se então o projeto de implantação que originou a Funtelpa. A ação marcou o início de uma nova era na telecomunicação e radiodifusão paraense.

Atualmente a Funtelpa é um organismo público de direito privado, que tem como provedor de recursos diretos o Governo do Estado, facultando-se o ingresso de outros recursos, sob o amparo da lei específica reguladora do caráter das fundações.

A atual presidente da Funtelpa é a jornalista Adelaide Oliveira, que foi funcionária da casa por 14 anos. Em breve a fundação terá uma nova sede, localizada no bairro da Cremação, na travessa Pariquis, 3.318.

TV Cultura

Criada para ser um veículo de difusão e valorização da cultura amazônica, a TV Cultura entrou no ar no dia 02 de janeiro de 1987, em caráter experimental. O equipamento custou 33 milhões de cruzados e foi comprado em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Inicialmente funcionou com um estúdio, um complexo exibidor, um complexo de gravação e uma sala de apoio, onde funcionavam o jornalismo e a administração. Contava com 86 antenas e equipamentos para transmissão.

Como estratégia, a TV Cultura foi concebida como uma televisão de governo. Num primeiro momento foi apenas retransmissora, pois a ideia era colocar rapidamente um sinal no ar, enquanto se ganhava tempo para a elaboração da programação local. A programação nacional era fornecida pelo Sistema Nacional de Rádios e Televisão Educativa, sendo gerada no Rio de Janeiro e produzida por todas as televisões educativas do país. Na época ainda não havia uma rede nacional de televisão.

Nas duas décadas seguintes, a TV Cultura iria especializar-se na produção de documentários – primeiro com recursos próprios e, nos últimos anos, em co-produções – programas jornalísticos diários, programas de variedades e programas educacionais, destacando-se como a emissora que mais produz conteúdo em toda a região amazônica.

A TV Cultura do Pará integra a Televisão América Latina (TAL) e a Associação Brasileira de Emissoras Educativas e Culturais (ABEPEC), que mantém a Rede Pública de TVs no Brasil (RPTV). É a única TV do Brasil que produz um programa infantil com temática amazônica, o "Catalendas", exibido em rede nacional. É a maior produtora de clipes musicais na Amazônia e a que mais transmite ao vivo ou exibe gravações de shows de música brasileira na região. O atual diretor da TV Cultura é o jornalista Tim Penner.

Natureza jurídica da emissora

Fundação pública de direito privado (Organismo público de direito privado).

Estrutura organizacional

A TV é administrada pela Fundação Paraense de Radiofusão (FUNTELPA), que também é mantenedora Rádio Cultura FM (93,7 MHz), Rádio Cultura Ondas Tropicais (5045 KHz) e Portal Cultura. A FUNTELPA está vinculada à Secretaria de Estado de Governo do Pará.

Forma de gestão

Não informado.

Modelo de financiamento

Além de recursos provenientes do orçamento público do Estado do Pará, atualmente a emissora tem três segmentos de captação de fundos: apoio cultural, mídia avulsa e projetos especiais. Segue abaixo o perfil de cada segmento.

1. Apoio Cultural: Na Fundação Paraense de Radiodifusão, a forma de Apoio Cultural acontece através da aquisição de cotas dos programas veiculados na grade da TV e Rádio Cultura, bem como os espaços publicitários do Portal Cultura, cada cota corresponde a um valor específico e a um plano de comunicação.

2. Mídia Avulsa: é oferecida a possibilidade de empresas e órgãos financiadores divulgarem sua marca nos intervalos da programação da Rádio e TV Cultura. Nesta modalidade, ocorre o vínculo da sua marca a uma interprogramação que só a rede cultura de comunicação tem. Seguindo a linha do compromisso social da programação, a política de interprogramação também privilegia a formação do cidadão.

3. Projetos Especiais: Projetos especiais são iniciativas pontuais que a Fundação Paraense de Radiodifusão realiza ao longo do ano, caracterizadas por grandes transmissões dos veículos que compõem a Rede Cultura de Comunicação.

Programação

Com 15 programas produzidos localmente, a TV Cultura do Pará possui o título de ser a maior produtora própria entre as emissoras locais, com destaque para programas voltados à temática regional, sem perder o foco dos acontecimentos nacionais e internacionais.  O “Catalendas”, programa infantil, assim como outros programas produzidos pela TV Cultura do Pará, hoje têm repercussão e exibição em outros estados brasileiros. Atualmente, a TV alcança mais de 64 municípios paraenses com foco na divulgação de cultura, educação e informação com qualidade, além da experimentação audiovisual.

Com o objetivo de preservar conteúdos exibidos na programação e nos intervalos, a Rede Cultura de Comunicação determina algumas regras para a divulgação que impedem a exibição de mensagens com fins político-partidários ou que divulguem ideias que incentivem preconceito, que exibam ou estimulem o apelo erótico, o constrangimento público e a violência, que estimulem o consumo de bebidas alcoólicas, agrotóxicos, armas e cigarros, que divulguem qualquer produto que não tenha registro e aprovação nos órgãos devidos e, por fim, mensagens comerciais que se baseiem no apelo explícito para que crianças comprem determinado produto ou serviço.

Participação pública

Não há indicação de participação popular ou de representantes da sociedade civil em conselhos de programação da TV, nem tampouco a existência de ombudsman ou clube de telespectadores. O único campo de interação com a audiência é um espaço para o envio de emails no site da emissora, além de uma central de atendimento.  Programas interativos não são mencionados.

Plataforma multimídia

O site da emissora conta com RSS, streaming, podcast de áudio e vídeo, fotos, espaço para comentários nas matérias, além de perfil no Twitter e Facebook e canal no Youtube.


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